A TERRA DE PONTE: Julho 2008









segunda-feira, 28 de julho de 2008

RECANTOS DO VALE DO LIMA



O Vale do Lima, é rico em locais de encantar que nos permitem sentir o ruído das águas e o chilrreo dos pássaros.
Deixo uma sugestão, para um desses locais, fica na freguesia da Gemieira, podendo aceder ao local pela eco via em direcção a Ponte da Barca-margem esquerda.
ou pelo interior da população desde a E:N.203.

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sábado, 19 de julho de 2008

INAUGURAÇÃO DO MUSEU DOS TERCEIROS




O Presidente da Républica inaugurou ontem as renovadas instalações do museu dos terceiros em Ponte de Lima.
Ficam algumas das imagens que marcaram a presença em terras limianas de S.Exª o Sr. Presidente da Républica.
Mais uma vez se prova que muito se pode fazer em parceria, entre várias instituições, Municipio. Igreja e Estado.

fotografias retiradas do sitio da Presidencia da Republica

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sábado, 12 de julho de 2008

OFERTA DE OBRAS DO POETA VIEIRA LISBOA AO ARQUIVO MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA



OBRIGADO!

Foi com bastante satisfação e agrado que verificamos através do jornal Alto Minho, que o Arquivo Municipal de Ponte de Lima, recebeu da Dª Manuela Marques dos santos Neto Mota da Cruz, a oferta de um conjunto de livros do poeta António Vieira Lisboa, que tinham sido oferecidos pelo autor ao seu marido.
Deste modo, pretende a Sr.ª contribuir para a divulgação da obra poética, daquele que foi considerado o “cantor do Amor à Mulher e ao Lima”.
É com enorme sentido de encorajamento que recebemos a notícia desta oferta, pois é sinal de que começamos a sentir que outros nos vão acompanhando nesta caminhada peregrina, que encetamos no início do ano.
Começa a sentir-se o eco do grito que foi lançado, para que a voz do poeta António Vieira Lisboa fosse ouvida.
Á Dª Manuela e a todos aqueles que se tem disposto caminhar ao nosso lado nesta árdua tarefa, um muito obrigado.

Os Amigos do poeta António Vieira Lisboa

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domingo, 6 de julho de 2008

TRIBUTO AO POETA ANTÓNIO VIEIRA LISBOA



TESTAMENTO SENTIMENTAL


Talvez Ela até não conhecesse bem

! tão escondido estava!

o Seu imo adorável!

que da bôca Lhe transborda

em sorriso límpido, claro honesto feliz

quando para mim olha

e que, por vezes, vibra num riso que é um gorgeio

que é um canto alegre de ave do paraíso.

Essa Mulher que não pode saber quanto Bem Lhe quero

!ah como me custa!

Vou A eu deixar

Para que Ela seja

Feliz…

Feliz…

Feliz…

três vezes Feliz.

E as tristezas, os pesares, todos os contratempos

que a sua Vida entravem

levo-os comigo junto com a Vida.

Antonio Vieira Lisboa, testamento Sentimental, 1945

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